Programa de Cooperação Internacional para Capacitação de Profissionais da Saúde

O que é o Programa:

O Programa de Cooperação Internacional destina-se a profissionais estrangeiros da área da saúde, graduados fora do Brasil, com ou sem experiência em sua área de atuação que tenham interesse em estágio no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP.

O estágio exige dedicação exclusiva em período integral e restrita ao HCFMUSP, não sendo permitida atuação fora do Complexo. As atividades serão realizadas sempre sob a supervisão do Corpo Clínico.

Programa de Cooperação Internacional de Capacitação para Profissionais da Saúde – Longa Duração
O estágio compreende um ano, denominado Estágio Básico, que destina-se a uniformizar os conhecimentos básicos da área, seguido de período denominado Estágio Especializado, com duração e programa semelhante ao da Residência Médica.

Programa de Cooperação Internacional de Capacitação para Profissionais da Saúde – Curta Duração
Destina-se a profissionais estrangeiros da área da saúde, graduados fora do Brasil, com ou sem experiência em sua área de atuação que tenham interesse em estágio de até um ano no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP.

Administração do Programa:

O Programa de Cooperação Internacional para Capacitação de Profissionais da Saúde é administrado pelo Comitê Gestor, composto por representantes das seguintes ordens:

  • • Diretoria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – FMUSP
  • • Diretoria Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP
  • • Superintendência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP
  • • Escola de Educação Permanente – EEP
  • • Fundação Faculdade de Medicina – FFM


Caso tenha interesse em se candidatar a uma vaga pelo Programa de Cooperação, entre em contato com a EEP pelo e-mail cursosmedicos.eep@hc.fm.usp.br.

SEJA BEM-VINDO!

Para manter um vínculo com nossos ex-alunos, lançamos o Portal Egressos Médicos Estrangeiros. Queremos acompanhar o seu reingresso no país de origem, bem como os sucessos e as dificuldades no mercado de trabalho. Com isso, poderemos melhorar cada vez mais os nossos projetos de formação continuada, direcionando-os às necessidades dos profissionais em cada especialidade. Manter ativo este canal é uma forma de perdurar o convívio e a troca de informações entre os profissionais e a EEP.

Objetivo

O Programa Egressos visa o intercâmbio de informações e a pluralidade cultural com seus ex-alunos: médicos estrangeiros. Oferecendo aos profissionais oportunidades de aperfeiçoamento e educação permanente em sua área de atuação, o programa também o acompanha em sua inserção no mercado de trabalho, ao retornar ao seu país de origem.
Como prática, contribui também para o aprimoramento da experiência na clínica diária, bem como difunde a prática de especialização realizada em outro país, na busca de melhorias para as condições atuais da sociedade que o cerca.

Estratégia Pedagógica

A proposta pedagógica do Programa Egressos é baseada na troca de informações online entre os profissionais egressos e a EEP, por meio de contatos interpessoais sobre a situação em que se encontram.
Nela, os participantes poderão explorar os diversos materiais disponíveis, como links para bibliotecas, entidades médicas e instituições de interesse, além de textos para apoio e consulta e agenda de eventos brasileiros.
A intenção é estreitar o relacionamento com médicos estrangeiros egressos, promovendo interação e construção de um espaço de desenvolvimento profissional e de atualização científica, para consolidar o profissional em um programa de educação continuada à distância.

Dúvidas frequentes em relação à atuação dos médicos estrangeiros

1 – Como funciona o Programa de Cooperação Internacional para Capacitação de Profissionais da Saúde?
É um programa de capacitação e ensino semelhante ao programa de especialização no Brasil, seguindo os moldes da Residência Médica, em relação ao conteúdo programático e carga horária.

2 – Quem pode participar do Programa de Cooperação Internacional para Capacitação de Profissionais da Saúde?
O público-alvo do Programa é composto por profissionais estrangeiros já graduados em Medicina. Alguns têm experiência prática, no entanto, a maioria não tem residência ou especialização similar à que temos no Brasil.
Para permitir um melhor aproveitamento, antes de iniciar o estágio na especialidade, o participante realiza um período de adaptação na Clínica Geral, Pediatria ou Cirurgia Geral, de acordo com a área desejada. Algumas áreas são de acesso direto, por exemplo, Ortopedia e Neurocirurgia.

3 – Qual a forma de seleção dos candidatos?
Até o presente momento, não houve a necessidade de estabelecimento de critérios ou provas, pois a demanda tem sido inferior à capacidade de treinamento do Complexo HC. Todavia, para ser aceito no Programa, há necessidade do vínculo com alguma Instituição de Ensino ou de Saúde no país de origem.

4 – Que função os médicos do Programa de Cooperação Internacional exercerão ao voltarem para seu país de origem?
Os médicos subsidiados por hospitais do seu país de origem, ao término do treinamento retornarão ao seu país, com o objetivo de melhorar o atendimento da população e difundir os conhecimentos adquiridos no Brasil.

5 – Os médicos do Programa de Cooperação Internacional têm autorização para exercer a medicina no Brasil?
Sim. Ao chegarem no Brasil toda a documentação necessária é enviada ao Conselho Regional de Medicina, que emite um número de CRM provisório que deve ser renovado anualmente, durante o período que durar o estágio. Entretanto, eles só podem atuar dentro da Instituição e sempre sob supervisão. É PROIBIDA a atuação como médico em qualquer outra condição.

6 – Qual é a duração do curso?
A duração do Programa varia de acordo com a especialidade definida. Em média, de três a cinco anos.

7 – Como é realizado o pagamento para os profissionais que desejam ingressar no Programa?
Aos profissionais que desejam ingressar no Programa, o curso deverá ser preferencialmente pago por uma Instituição mantenedora ou Órgãos Públicos que custeiem a estadia no Brasil. Os alunos interessados poderão ou não, ter uma instituição mantenedora para custear seu Programa e estada no Brasil:
- Pessoa Jurídica: contrato acordado pela Fundação Faculdade de Medicina (FFM), com interveniência do Hospital das Clínicas.
- Pessoa Física: o participante deverá efetuar pagamento antecipado a cada 6 meses.

8 – Os médicos do Programa de Cooperação Internacional são considerados residentes e se tornam especialistas ao terminarem o estágio?
Não, os médicos do Programa de Cooperação Internacional são considerados estagiários e não se tornam especialistas ao terminar o estágio, mesmo que as atividades exercidas tenham sido exatamente aquelas realizadas pelos residentes.
O certificado emitido pela EEP ao final do programa não os capacita a prestar título de especialista no Brasil, não configura revalidação de diploma, nem permite que possam trabalhar como médicos no Brasil.

9 – Os médicos do Programa de Cooperação Internacional podem prescrever e pedir exames?
Sim, o registro provisório do CRM tem a mesma validade do CRM definitivo, e permite aos médicos estrangeiros atuarem no Brasil, APENAS dentro da Instituição e SEMPRE sob supervisão. Na prática, eles devem discutir todos os casos, mas não há nenhuma limitação quanto à solicitação de exames ou prescrição de medicamentos. As senhas de acesso aos sistemas informatizados de exames e prescrição são solicitadas com antecedência pela EEP.

10 – As receitas com carimbo dos médicos do Programa de Cooperação Internacional permitem a compra de medicamentos em outras farmácias?
Prescrições e receitas assinadas apenas pelos médicos Programa de Cooperação Internacional são de uso interno e para retirada de medicamentos na farmácia da Instituição. Deve-se ressaltar que dentro do Complexo HCFMUSP é PROIBIDA a prescrição de medicamentos que não constam daqueles disponibilizados pela farmácia do hospital, mas caso o paciente opte pela aquisição do medicamento na rede privada, a receita deverá ser assinada pelo médico supervisor.

11 – Há alguma restrição com relação a plantões?
Não há restrição com relação aos plantões. Pelo contrário, sugere-se que as áreas organizem o estágio dos médicos estrangeiros de tal forma que eles participem das escalas de plantão. Na maioria das clínicas onde isto ocorre, o médico estrangeiro entra na escala como um plantonista adicional, mas nada impede que a área opte por dividir os plantões como se ele fosse mais um residente. Deve-se ressaltar que durante a noite e a madrugada, há a obrigatoriedade de discussão de todos os casos, assim como acontece com os residentes. Deve-se lembrar que a formação do médico estrangeiro difere da formação do residente – por exemplo, um médico estrangeiro que está no primeiro ano de nefrologia frequentou um ano de adaptação junto aos alunos do quinto e sexto ano da Faculdade, mas não fez os dois anos de Clínica Geral que os residentes têm como pré-requisito.

12 – Os médicos do Programa de Cooperação Internacional do Programa podem ter unidade própria no ambulatório?
Sim e estimula-se que tal prática seja realizada. Caberá à área decidir o número de casos novos e de retornos que sejam adequados à avaliação feita do médico estagiário e garantir que todos os casos sejam discutidos com o responsável.

13 – Como devem ser feitas as avaliações? As notas para passar nos estágios são as mesmas dos residentes?
A EEP sugere que, quando da decisão sobre aprovação ou não, sejam valorizados aspectos como interesse, participação e evolução durante o estágio, mas serão SEMPRE acatados os critérios e a decisão da área.
Caberá à área decidir estas questões. Ressalta-se que, na maioria das vezes, a formação prévia do residente da área é diferente daquela do médico estagiário e isto implicará em maior dificuldade para atingir os requisitos mínimos de aprovação.

14 – O que acontece com o médico do Programa de Cooperação Internacional que é reprovado em algum dos estágios do programa?
A EEP precisará ser informada, mas a decisão final cabe à área responsável. Pode-se optar por fazer uma prova de recuperação, repetir o estágio, ou mesmo excluir o médico do Programa, dependendo da importância do estágio em que não foi aprovado ou da gravidade da falta cometida. Caberá, no entanto, à EEP e à Instituição Estrangeira responsável pela manutenção do médico estagiário, decidir sobre a autorização da continuação do estágio, o que implicará muitas vezes em prolongamento do período do estágio e aumento dos custos.

15 – Como deve ser estruturado o estágio do médico do Programa de Cooperação Internacional e que tipo de procedimento pode realizar?
Novamente cabe à área responsável a definição do rodízio dos estágios e dos procedimentos a serem realizados. A maioria das clínicas que já recebem médicos estagiários optou por manter um rodízio igual ao dos residentes da área, entretanto, a disciplina pode optar por montar um rodízio diferente, levando em conta a formação prévia do médico estagiário, os recursos e necessidades de seu país de origem, além do campo de atuação que terá quando de seu retorno. Este tópico é particularmente importante no que diz respeito às especialidades cirúrgicas ou com muitos procedimentos. Não há obrigatoriedade de que os procedimentos ou cirurgias sejam divididos igualmente entre estagiários e residentes, mas os responsáveis da área devem definir com antecedência quais serão os procedimentos e em que momento do estágio poderão ser realizados.

16 – Qual deve ser a conduta do preceptor da área de atuação do médico do Programa de Cooperação Internacional em caso de ausência do médico estagiário nas respectivas áreas?
Para as situações previsíveis, temos um impresso próprio para justificar as ausências do médico estrangeiro.
Esta deverá ser a rotina: o estagiário preenche o formulário, encaminha para a clínica que, se estiver de acordo, assina e encaminha para a EEP.
Cabe ao preceptor/assistente da área de atuação decidir sobre a necessidade de reposição dos dias de estágio perdidos.

17 – Como notificar as ausências urgentes do médico do Programa de Cooperação Internacional?
As faltas não comunicadas ou “urgentes” precisam ser identificadas pelo preceptor da área precocemente e comunicadas o mais rápido possível para a EEP, primeiramente por telefone, email e depois por meio impresso.

18 – Por que é tão importante esta notificação?
A EEP é responsável legalmente pelo bem estar e segurança do estagiário estrangeiro.
A notificação é muito importante para darmos o apoio que o estagiário necessitar, em âmbito pessoal ou profissional.

19 – O que os Serviços podem fazer para ajudar a EEP a garantir o bom andamento do Programa?
A EEP solicita que sejam enviadas e mantidas atualizadas as seguintes informações:

  • a) Programa com a descrição das atividades previstas;
  • b) Grade de rodízios;
  • c) Entrega das avaliações ao final de cada estágio.

Escola de Educação Permanente – HCFMUSP
Tel.: (11) 2661-2309
E-mail: cursosmedicos.eep@hc.fm.usp.br

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